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quinta-feira, setembro 29, 2011

Reflexão

 A Lei do caminhão de lixo



 

 

  A Lei do caminhão de lixo

Um dia peguei um táxi e fomos direto para o aeroporto.
Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto  saltou do estacionamento na nossa frente.
O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro  por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara.
E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.
Assim eu perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase arruína o  seu carro e nos manda para o hospital!’
Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo “A Lei do Caminhão de Lixo”.
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por  aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de  desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas  precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a  gente. Não tome isso pessoalmente.
Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas  ruas.
O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões  de lixo estragar o seu dia. A vida é muito curta para levantar de manhã com sentimentos ruins, assim… Ame as pessoas que te tratam  bem. Ore pelas que não o fazem.
A vida é 10% o que você faz dela e 90% a maneira como você a recebe!
Tenha um dia abençoado, livre de lixo!

sexta-feira, agosto 19, 2011

O Sexo está liberado?

 


Existem muitas maneiras de abortar, digo, abordar o assunto do sexo antes do casamento. Experimente ler esse artigo que de forma franca e bem-humorada faz a gente pensar.

Você está namorando alguém que simplesmente é o máximo. É a concretização dos seus sonhos. Essa pessoa é perfeita para você, ela te completa, te deixa entusiasmado, apaixonado, cheio de amor e planos para a vida. A inteligência e o senso de humor lhe cativam, mas muito mais ainda o jeito de ser, o sorriso e… a beleza do seu corpo. É por isso que, naquele momento mais romântico, abraçados e sozinhos – explode uma vontade “incontrolável” de fazer sexo. Você diz: “-Tem que ser agora, não pode ser mais tarde. A gente se ama mesmo, não é?”

Saiba que o sexo está liberado… mas, antes de ele acontecer com toda a paixão, você precisa conversar com sua namorada. Pare onde estava, vá para um lugar mais claro, tome um copo de água para esfriar a “cuca”, e vamos pensar um pouco.

Diga a ela que você quer fazer sexo. Pergunte se ela quer também, ou se sente pressionada. Tenha certeza da permissão, porque você não é dono do corpo dela. Calma aí, não é tão simples assim. Junte seus amigos e os dela e fale a todos que você vai fazer sexo com ela. Isso porque você não quer esconder nada da sua vida, você é um livro aberto. Inclusive esta atitude afastará a outros que, quem sabe estavam com a mesma intenção a respeito dela. Ela já fez a escolha e não é nenhum dos seus amigos, ainda bem.

Como você é um jovem responsável e não deve nada a ninguém, vá antes a casa dos pais dela e seja franco: “-Eu quero fazer sexo com sua filha, e gostaria que vocês aprovassem, porque enquanto ela não é minha; é de vocês”.

Depois dessa conversa aberta e sem rodeios, porque você quer fazer o que é certo; traga sua namorada até sua casa e apresente-a a seus pais dizendo: “-É com essa moça que eu quero fazer amor, e não é só uma vez não. É muito e muitas vezes”.

Bem, se é assim que vocês querem, não fica legal fazer isso na casa dos seus pais ou dos pais dela. Seria um constrangimento, os pais ficariam sem graça, sua namorada vai ficar com medo de fazer algum barulho, vocês não vão ficar à vontade com certeza. No Motel não dá pra morar, sem contar que ficaria muito caro sustentar toda essa paixão e cada vez correr para lá.

Vocês se amam tanto que se pudessem ficariam o tempo todo juntos, então é melhor fazer um grande esforço, juntar as economias com a ajuda dos pais, se possível, e alugar uma casa ou apartamento.

Assim você deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua amada (Está na Bíblia – Gênesis 2:24). Mas espere aí, ainda não.

Você não gostaria que ela fizesse sexo com outros além de você. Existem 52 doenças venéreas, inclusive a Aids, e é perigoso correr esse risco. Então, se é seu propósito ser fiel a ela e vice versa, evite uma série de aborrecimentos e vá até um Cartório. Leve algumas testemunhas e prepare um documento dizendo que você fará sexo só com ela, e isso é um compromisso dela também. Vão aproveitar à vontade, serão um do outro, então assine, porque você não tem costume de fugir das responsabilidades.
Como fazer amor é um ato muito bom e isso foi invenção de Deus, então você deve reunir todos os seus parentes e os dela, todos os seus amigos e os dela, convidar todos para a igreja e pedir ao líder religioso que abençoe o sexo que vocês vão praticar. Afinal, vocês acreditam em Deus e Deus acredita na sinceridade de vocês. Desta forma, vocês na presença de todos declaram:

“-Nós não queremos esconder nada de ninguém. Não queremos ficar mentindo por aí, dizendo que não fizemos nada; não queremos experimentar o trauma de uma gravidez indesejada, um aborto forçado, ou uma doença venérea incurável. A gente se ama tanto que faremos sexo quantas vezes der vontade. Diante de todos aqui presentes, declaramos que a partir desse momento deixamos o “Clube dos Abstinentes Sexuais Temporários”. Soubemos esperar até esse momento porque o sexo é uma arte; e vamos aprender essa arte juntos, com toda a responsabilidade. Não precisamos de experiência sexual prévia, isso é desculpa de quem não soube esperar. Mas agora, será muito gostoso abrir esse “presente” de Deus para nós. Fazemos esse compromisso sabendo que sexo não é brincadeira, haverão momentos de discussões e adaptações, mas seremos sempre um para o outro. O sexo finalmente está liberado para nós, portanto com licença que eu e ela temos que ir à nossa casa para…”
Espera aí mais um pouquinho, não vai rolar nenhuma festa pra gente?

Autor: Pr. Udolcy Zukowski

Diretor do Ministério Jovem UEB

sexta-feira, janeiro 21, 2011

O cavalo e a borboleta

Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem.Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza
Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta.
Gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.

Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso.
Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil. Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro.
Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.
Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore.
Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você.Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo
-  Morreu? Como foi isso?
-  Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
-  Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho,
que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
- Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui.
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso, OU PERMITIU QUE FOSSE COLOCADO.
“Espero que você possa aceitar as coisas como elas são…Sem pensar que tudo conspira contra você…Porque parte de nós é entendimento… a outra parte é aprendizado…
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos…Que no final possa alcançar todos os seus objetivos…Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento….
Que essa escola possa ser longa e feliz…pois parte de nós é o que vivemos, a outra parte é o que esperamos…
Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros….
Que você possa aceitar que só quem soube da sombra, pode saber da luz…”
Para ser feliz não existe poção mágica.É preciso somente que tenha a alma limpa e desprovida de mágoas e rancores.
Quanto mais tempo ficarmos remoendo as dores mais tempo levaremos para cicatrizar as feridas.
Estamos aqui de passagem. Nada trouxemos e nada levaremos.Cada um é livre para cumprir a sua missão…
Agradeço, Senhor, os verdadeiros amigos, mesmo imperfeitos e limitados!
Muitas vezes decepciono-me, esquecida(o) de que sou eu quem erra quando espero deles uma perfeição e um perfeito amor o qual somente Vós possui e mesmo aqueles que Vos amam verdadeiramente, são falhos, porque são humanos
Agradeço, Senhor, pela sua compaixão, pela sua graça, pela sua bondade, que estão sempre presentes, sustentando-me nos momentos mais difíceis.
Agradeço, Senhor, pela pessoa que sou.E QUE MEUS AMIGOS(AS) PERDOEM-ME POR SER IMPERFEITO(A)
Que Assim Seja….

terça-feira, janeiro 04, 2011

Seis(6) regras para um jovem cristão

Conselhos aos jovens que desejam ter uma vida próxima de Deus


1. Jamais despreze a oração diária. E, quando orar, lembre que Deus está presente ali, ouvindo suas orações (Hebreus 11.6).

2. Jamais menospreze a leitura diária das Escrituras. E, quando ler, lembre que Deus está falando a você; portanto, precisa crer e agir de acordo com o que Ele diz. Acredito que toda apostasia começa em se negligenciar estas duas regras (João 5.39).

3. Jamais passe um dia sem fazer algo para Jesus. Todas as noites, medite sobre aquilo que Ele fez por você e pergunte a si mesmo: “O que estou fazendo por Ele?” (Mateus 5.13-16).

4. Se você está em dúvida acerca de algo ser correto ou errado, dirija-se ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça a bênção de Deus sobre aquilo (Colossenses 3.17). Se você não puder fazê-lo, aquilo é algo errado (Romanos 16.23).

5. Jamais copie seu cristianismo de outros cristãos ou argumente que tal pessoa faz isto ou aquilo e, por conseguinte, você também pode fazê-lo (2 Coríntios 10.12). Pergunte a si mesmo: “Como o Senhor Jesus agiria em meu lugar?” e esforce-se para segui-Lo (João 10.27).

6. Jamais creia naquilo que você sente, se contradiz a Palavra de Deus. Pergunte a si mesmo: “O que eu sinto é verdadeiro, sendo confirmado pela Palavra de Deus?” Se ambos não podem ser verdadeiros, creia em Deus e acredite que seu coração está mentindo (Romanos 3.4; 1 João 5.10-11)

domingo, dezembro 26, 2010

Quanto você vale?

-

 Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse: – Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou: – Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- C… claro, professor – gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse: – Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem, surpreso, exclamou: – 58 MOEDAS DE OURO???

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente…

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Só Jesus sabe nosso verdadeiro valor!

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Meditação do dia: Não quero andar nu

Não quero andar Nu


Aconselho-te que de Mim compres [...] vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez. Apocalipse 3:18


Você já viu alguém andando nu pelas ruas da cidade? Isso dá um caso de polícia. Mas me parece que esse trecho do verso está dizendo que a igreja de Laodiceia está nua. A Nova Tradução na Linguagem de Hoje diz: “para [...] cobrir a sua nudez vergonhosa”. E agora? O que isso quer dizer?

Apocalipse 19:8 esclarece: “Pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.” Mas, o capítulo 3:18 diz que encontrarei essa veste somente com um vendedor: Cristo. A verdadeira justiça vem dEle; portanto, só Ele pode me cobrir.

Oh, com que tristeza entendo isso! Nós, como povo de Deus, estamos caminhando por este mundo sem a justiça de Cristo. O que isso quer dizer? Que estou longe da cruz. E, se estou longe da cruz, é porque não sinto necessidade dela. Se não sinto necessidade dela é porque não me sinto pecador. Se não sou pecador, não preciso de perdão. Se não preciso de perdão, não preciso de Jesus. Se não preciso de Jesus, não preciso de Seu amor e poder. Portanto, estou nu, despido da Sua graça e justiça.

Quando Jesus veio a este mundo, encontrou situação semelhante. Quem era aquele Nazareno seguido por toda sorte de pessoas? Por que os sacerdotes precisavam dEle? Eles não queriam alguém tão simples. Eles queriam um rei. Não com vestes brancas, cheio de justiça, mas com as vestes luxuosas do mundo, para mostrar às outras nações que eram ricos e poderosos. Queriam a libertação do povo romano, não a libertação do pecado. Viu como é fácil inverter as coisas? Eles não aceitaram Jesus porque Ele era humilde demais para eles.

Essa é a situação da última igreja de Deus aqui na Terra. Um povo que pensa que é rico, mas é pobre, e que rejeita as humildes vestes de justiça que Cristo oferece.

Não preciso estar assim. Posso aceitar o oferecimento de Jesus. E você?

sexta-feira, novembro 12, 2010

Ilustrações

Ilustração 1:
SALVO POR FAZER A BARBA


“O Senhor é quem te guarda” (Salmo 121:5).

O Pastor e a Sra. Brown retomavam de umas férias bem merecidas, e agora rumavam de volta à Missão Majita, em Tanganica, viajando de trem e embarcações fluviais através do que era então o Congo Belga. Antes que o trem em que viajavam entrasse em ElisabethVille, um olho da Sra. Brown de repente começou a doer muito.

Quando chegaram a Albertville, ela percebeu que havia algo de muito grave com sua vista. Esgueirando-se entre os trens parados, procuraram um médico, e este disse à Sra. Brown que ela devia voltar urgentemente a Elisabethville para cuidar do olho, pois era um caso grave.

Assim, ela voltou a Elisabethville. O Pastor Brown embarcou o grande número de caixas e malas da bagagem deles em outro trem que seguia viagem para Majita. A Sra. Brown seguiria depois, logo que fosse atendida pelo oftalmologista.

O Pastor Brown notou que o trem trafegava anormalmente rápido, pois o vagão em que se encontrava sacudia e trepidava muito, enquanto a locomotiva fungava a pleno vapor. Com os vagões quase tombando, o missionário decidiu que deveria aguardar que chegasse à próxima estação para então fazer sua barba. Lá o trem pararia uns 20 minutos. Então ia se barbear na estação.

Terminada a barba, o Pastor Brown olhou para a porta da estação, e, surpreso, viu que as rodas da locomotiva do trem estacionado se moviam, e em segundos o trem ganhava velocidade. Correndo pela plataforma, ele saltou a bordo do primeiro vagão que pôde agarrar. Era o vagão-restaurante, o terceiro a partir da locomotiva.

Vendo ali um amigo com quem havia conversado na noite anterior, o missionário sentou-se para uma conversa de alguns minutos, antes de voltar para o seu lugar no vagão em que viajava. O trem começou a balançar e saltar nos trilhos. Então uma terrível chicotada retiniu em toda a parte. Os passageiros foram arremessados de um a outro lado no vagão.

Depois do desastre o Pastor Brown foi à porta traseira do vagão- restaurante, onde se achava Nada mais havia para trás. Todos os demais carros, incluindo o seu, haviam desaparecido. Haviam caído, pelo rompimento da ponte, no rio abaixo.

Foi um dos piores desastres na história daquela ferrovia. Quase uma centena de passageiros morreram ou ficaram seriamente feridos. Em cima, nos trilhos, só ficaram três unidades da composição: a locomotiva, o vagão-freio, e o vagão-restaurante. E o Pastor Brown, são e salvo.

- Extraído e adaptado de Robert H. Pierson, Alguém Ama Você.


Ilustração 2:
A BÍBLIA QUE NÃO SE MOLHOU


“Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Isaías 40:8).

Barnabé vivia em Chea, nas Ilhas Salomão. Como ativo pregador leigo em sua igreja, acabara de freqüentar um curso em Honiara, onde se sentiu inspirado a sair e pregar nas ilhas vizinhas e ganhar mais almas para Cristo. Conquanto Barnabé tivesse cabelos brancos e os ossos frágeis, desejava fazer sua parte em preparar os vizinhos para a vinda de Jesus.

Num dia chuvoso, Barnabé pôs suas roupas e sua Bíblia num saco plástico, entrou em sua pequena canoa e partiu sobre as águas instáveis da laguna.

A maioria das pessoas da vila, nas ilhas próximas, são membros adventistas do sétimo dia, por isso ele decidiu ir um pouco mais longe, a uma ilha onde sabia existir uma vila em que não morava nenhum adventista. Ela seria seu campo missionário por vários dias.

A pequenina embarcação balançava muito no agitado mar, mas Barnabé era remador de canoas por muitos anos, e sabia como mantê-las aprumadas. Pelo menos a praia de areias brancas da ilha que Barnabé desejava visitar, surgiu à vista. Com fortes remadas, o idoso ilhéu navegou à frente, através das rasas águas azuis, e dirigiu a canoa à praia, e atracou.



Ao sair do bote, o idoso missionário, sem perceber, deixou cair ao mar o saco plástico que continha as roupas e a Bíblia. Chegando ao primeiro lar que desejava visitar, um jovem negro, de dentes alvos como pérolas, veio correndo.

— O senhor deixou cair a sacola — disse o rapaz, com respeito. — Eu o tirei da água. Espero que suas coisas não tenham se estragado.

Barnabé pegou o saco plástico, abriu-o, retirou as roupas que estavam molhadas. Depois pegou sua amada Bíblia. Estaria ela arruinada pela água? Quase não podia crer: a Bíblia estava totalmente seca! Foi, de fato, um milagre.

Esta experiência exerceu grande influência nas pessoas daquela vila pagã. E ouviram, com interesse, tudo que o irmão Barnabé lhes disse, extraído do Livro que não se molhou.

A Bíblia é, de fato, um livro maravilhoso, é o Livro dos livros. Como diz o profeta Isaías: “Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente.”

Vamos amá-la e estudá-la mais e mais fielmente.

- Extraído e adaptado de Robert H. Pierson, Alguém Ama Você.

Ilustração 3:
MÔNICA E OS DOCES ROUBADOS


“Clamei, e vós recusastes estendi a minha mão, e não houve quem atendesse” (Provérbios 1:24).


Mônica gostava muito de doce cristalizado. Quando alguns novos missionários chegaram ao campo de trabalho, na vila onde Mônica morava, trouxeram alguns desses doces de que ela tanto gostava.

Certo dia, em que os missionários estavam ausentes da casa, Mônica entrou no quarto deles. Sobre a cômoda havia uma bandeja desses doces.

A menina olhou para todos os lados, para estar certa de que ninguém estava observando, e rapidamente pôs na boca um dos saborosos doces. Pôs outro no outro lado da boca, e afastou-se velozmente para o quintal. Lá estaria segura.

Porém, enquanto Mônica corria atravessando a porta, deu um encontrão na mãe e na esposa do missionário. Seus pequenos lábios sopraram para fora fragmentos de doce cristalizado, e a mãe suspeitou de alguma coisa. Ela indagou:

— O que você tem na boca, queridinha?

Mônica olhou para baixo, envergonhada e respondeu com sentimento de culpa:

— Doce cristalizado.

— E onde você o conseguiu? — insistiu a mãe.

Mônica pôs-se a chorar, confessando entre Soluços:

— No quarto da Sra Hunter.

— Você os roubou?

Mônica soluçava mais forte.

—Sim.

— Você não se envergonha de si mesma? — perguntou a mãe.

Mônica reconheceu entre lágrimas:

— Sim.

— Você está arrependida por tê-los tirado sem permissão da Sra. Hunter?

— Sim, muito — confessou a menina, entre soluços.

— Está bem — disse-lhe a mãe. — Então cuspa o doce agora mesmo.

— Não posso! — declarou a menina desafiadoramente

Todas as persuasões e ameaças não conseguiram expelir os doces da boca de Mônica.

Entendeu o objetivo de minha história? Creio que sim. Mônica dissera que sentia muito pelo que havia feito, mas tornava-se evidente que ela não estava arrependida, pelo menos não o suficiente para obedecer à mãe e jogar fora o doce roubado.

É exatamente isso o que muitos, hoje em dia, fazem em relação ao pecado: Seja o ato de roubar, assistir filmes pornográficos, fumar, mentir ou usar drogas, etc. As pessoas até reconhecem que essas coisas fazem mal à sua vida e que, na maioria das vezes, estão destruindo o seu corpo e podem levá-las a perder a salvação; a grande questão é: Estariam tão arrependidas ao ponto de abandonar o pecado?

- Extraído e adaptado de Robert H. Pierson, Alguém Ama Você.



Ilustração 4:
A ÁGUIA E A ARMADILHA



“Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos: não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza” (II Pedro 3:17).

Perto da fronteira canadense, nas cabeceiras do Rio São João, cada manhã uma águia vinha pescar. Certo dia em que a grande ave rodeava seu costumeiro local de comer, observou uma grande pedra por baixo de si. Olhou a intrusa com certa suspeita, mas como não se movia, finalmente pousou nela e prosseguiu apanhando seu suprimento de peixe.

Na manhã seguinte a águia retornou. A pedra ainda estava lá. Desta vez uma estranha engenhoca estava estendida sobre ela. Cautelosa, a princípio, a grande ave rodeou várias vezes o local, e por fim julgou que tudo estava seguro.

Desceu rapidamente, e logo estava pescando como de costume. Em seus descuidados movimentos, a águia pisou sobre um pau. A armadilha disparou. Um índio, oculto nas moitas próximas, correu e capturou sua presa.

Você, alguma vez, se deteve para pensar que Satanás também é um implantador de armadilhas? Naturalmente ele disfarça suas ciladas muito bem, de modo a parecer que tudo está seguro e atraente. Ele não vai amedrontar uma pessoa ou afugentá-la fazendo o pecado parecer odioso e nocivo.

Ele reveste de beleza a armadilha, e o pecado parece muito convidativo. O maligno sussurra aos ouvi dos desprevenidos:


— Certamente isto não pode ser errado e, além disso, você fará isto apenas esta vez.

Você sabe como o inimigo cochicha aos nossos ouvidos, levando- nos a pensar que tudo é direito.

Tarde demais descobrimos que há algo mais do que a “pedra” em que pousamos na “estranha engenhoca” tão bem camuflada, e que o pecado em que caímos era uma armadilha da qual não pudemos nos livrar. Fomos apanhados! Desobedecemos a Deus. Pecamos! Como nos sentimos mal ao percebermos que fomos enganados!

Adverte-nos o sábio: “Tão certo como a justiça conduz para a vida, assim o que segue o mal para a sua morte o faz” (Provérbios 11:19). Enquanto cedemos aos engodos de Satanás em “seguir o mal”, podemos estar certos de que o fazemos “para a nossa própria morte”, e esta não é a morte que morremos naturalmente: é a segunda morte, da qual não há ressurreição!

Foi bom o apóstolo Pedro ter escrito nosso texto de hoje, alertando-nos destes graves perigos. Fiquemos atentos aos enganos e armadilhas de Satanás!

- Extraído e adaptado de Robert H. Pierson, Alguém Ama Você.


Ilustração 5:
E SE TIVESSE UMA SIRENE NA PORTA?


“O Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (I Samuel 16:7).

Quando viajo de avião, da mesma forma que outros milhões de passageiros aéreos, eu tenho de passar pelos detectores de metal que há nos aeroportos. Compreendemos a razão de ser dessas precauções. Por terem ocorrido tantos atos terroristas envolvendo aviões nestes últimos anos, as autoridades não se arriscam. Pessoalmente, alegro-me de que façam isso, pois nada tenho a esconder nem nada a temer, e não tenho desejo nenhum de fazer uma viagem para um destino não previsto.

Antes que eu leve a bordo a minha pasta ou pacotes que esteja carregando nas mãos, eles são cuidadosamente examinados por um funcionário que faz cumprir a lei, ou passam através de um dispositivo eletrônico que revela a presença de qualquer objeto de metal que esteja dentro. Ouvi falar de alguns passageiros que tiveram de esperar por levarem na maleta um canivete ou mesmo um revólver.

Depois que minha pasta e embrulhos que levava em mãos foram examinados, passei por um dispositivo que parecia a moldura duma porta. Era provido de fios, de modo que se eu tivesse comigo algum objeto metálico, soava uma sirene, e eu seria examinado para ver se se tratava de chaves, moedas, ou algo em meus bolsos que fazia disparar o dispositivo.

Muitas vezes tive de atravessar uma segunda vez antes de ter permissão para embarcar, porque havia alguma coisa de metal em meus bolsos.

Já pensou se Deus tivesse um dispositivo detector de pecado, que pudesse ser instalado na porta de cada uma das nossas igrejas? E se esse engenho pudesse ver por dentro nosso coração e nossa vida, ao transpormos a porta, e descobrisse que tomamos alguma coisa que não nos pertencia, ou falamos o que não era verdade, ou transgredimos o dia de repouso de Deus, ou nos tornamos briguentos, descorteses ou desobedientes, e soasse a sirene? Você teria medo de ir à igreja, com receio de que a “sirene” revelasse alguma carga pecaminosa dentro do seu coração?

Quando nos detemos para pensar nisto, Deus já detectou o pecado em nossa vida. Não podemos enganá-Lo. Ele não precisa de um dispositivo eletrônico para saber se nosso coração é ou não é puro.

Lembremo-nos de que nossos amigos pensam que somos o que eles vêem em nosso exterior. Deus olha bem dentro do coração e sabe o que está lá no íntimo.

- Extraído e adaptado de Robert H. Pierson, Alguém Ama Você.


Ilustração 6
OS CARPINTEIROS DE NOÉ


“Assim foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da Terra, o homem e o animal, os répteis, e as aves dos céus, foram extintos da Terra. Ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca” (Gênesis 7:23).

“Dentre a vasta população da Terra antes do dilúvio, apenas oito almas creram na Palavra de Deus por intermédio de Noé, e lhe obedeceram.” — Patriarcas e Profetas, pág. 102.

Que quadro trágico! Eis milhares de homens e mulheres, que ouviram a pregação de Noé por mais de um século, sobre a destruição do mundo. Provavelmente centenas deles tomaram parte na construção da arca. Cortaram as árvores, talharam e colocaram as tábuas. Ajudaram a preparar um lugar de segurança para outros. Quando, porém, veio o dilúvio, os próprios carpinteiros de Noé foram deixados de fora, perdidos!

“Muitos a princípio pareceram receber a advertência; não se voltaram, todavia, para Deus, com verdadeiro arrependimento. Não estavam dispostos a renunciar seus pecados. Durante o tempo que se passou antes da vinda do dilúvio, sua fé foi provada, e não conseguiram suportar a prova. Vencidos pela incredulidade prevalecente, uniram-se afinal a seus companheiros anteriores, rejeitando a solene mensagem. Alguns ficaram profundamente convencidos, e teriam atendido às palavras de aviso; mas tantos havia para zombar e ridicularizar, que eles partilharam do mesmo espírito, resistiram aos convites da misericórdia, e logo se acharam entre os mais ousados e arrogantes escarnecedores.” — Patriarcas e Profetas, pág. 95.

Por que o povo dos dias de Noé precisava arrepender-se? Porque o dilúvio estava para vir. Deus estava para destruir o mundo com água, água que saltaria do solo, água que desceria do céu.

Até então o povo desconhecia o que era chuva. A Terra era irrigada por uma neblina que se formava no solo. Somente os que se arrependessem de ter rejeitado a Deus, e endireitassem as coisas com Ele seriam salvos.

Hoje você e eu cremos que o mundo será novamente destruído quando Jesus vier, possivelmente em nossos dias. Desta vez o será pelo fogo. Serão salvos os que se arrependerem e endireitarem a vida com Deus. Muitos de nós estamos construindo a arca da segurança para as pessoas que serão salvas desta vez. Muito lamentável seria se alguns de nós cooperássemos nesta obra e nos tornássemos “carpinteiros de Noé”, por não nos termos preparado a nós mesmos. Já pensou nisto?

- Extraído e adaptado de Robert H. Pierson, Alguém Ama Você.




120 HISTÓRIA QUE FALAM AO CORAÇÃO

Muitos jovens que gostam de pregar em suas igrejas, buscam dinamizar mais as pregações e relatar histórias é muito bom.Então o site da IASD em Foco disponibilizou com todo carinho essas lindas ilustrações que realmente tocam o coração.Com certeza tocará primeiramente sua vida espiritual e física, assim você terá  a capacidade de repassar essas lindas ilustrações para outras pessoas que necessitam.

Vamos levar o evangelho adiante!!

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oi

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