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sábado, fevereiro 19, 2011

Apostila falando sobre os 144 mil

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As respostas estão disponíveis na própria Bíblia. O que dá um nó em minha cabeça são as perguntas que a Bíblia não faz. São questionamentos que os seres racionais já me fizeram:

Qual é o conteúdo do livro selado?
O numeral 144.000 é simbólico ou literal?
Os mártires do quinto selo (Apocalipse 6:9-11), os cento e quarenta e quatro mil selados (Apocalipse 7:1-4) e a grande multidão (Apocalipse 7:9 e 10) são o mesmo grupo? Se não, como diferenciá-los?

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Descubra um pouco mais sobre os 144 mil que estão registrados na Bíblia...



domingo, setembro 26, 2010

O ministério Jovem e a mensagem de Elias

Introdução:

"Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; ele converterá o coração dos filhos a seus pais; para que Eu não fira a terra com maldição" - Malaquias 4:5 e 6.

Como adventistas, conhecíamos muito bem a expressão "A Mensagem de Elias". Cresci ouvindo essa expressão. Os pioneiros desta mensagem pregavam-na, mas hoje em dia não a ouvimos muito. O que é a mensagem de Elias? Se você conhece os antecedentes e sua historia profética, compreenderá quão importante e fundamental é essa mensagem para a igreja.

Ênfase na mensagem:

Em primeiro lugar, "a mensagem de Elias" é uma mensagem profética. É a mensagem para um tempo específico. É a mensagem de advertência destinada a ser proclamada exatamente antes da vinda do Senhor, a mensagem de que Jesus está para voltar e juízos estão para cair. Destina-se a edificar e unir a igreja. Esta é a mensagem de esperança e de advertência que precisa ser apresentada. É o mesmo evangelho eterno de Apocalipse 14.

Em segundo lugar, é uma mensagem completa. Não é parcial. É integral. Restaurará as verdades de Deus. Doutrinas como o Sábado, o Santuário, o Batismo, a Expiação e o Juízo. Estes são temas que pertencem ao Evangelho Eterno. São mensagens que podemos pregar com confiança. Muitas outras coisas, entretanto, incluem-se na mensagem de Elias, além de "o sétimo dia é do Senhor teu Deus". Por exemplo, esta proclamação também a br ange a mensagem de saúde.

Você sabe: se aceitar a 'mensagem de Elias", simplesmente não poderá subtrair uma parte dela. Você precisa tomar esta mensagem e pregá-la em sua totalidade, ou então estará fazendo injustiça a verdade de Deus.

Em terceiro lugar, para ser uma mensagem completa e exercer seu legitimo efeito, ela deve também ser uma mensagem para os jovens. Exatamente aqui, nos próprios versículos de onde vem a expressão "A Mensagem de Elias", está escrito: "Ele converterá" [ou seja, Deus]. O Senhor, Ele mesmo, converterá o coração dos pais aos filhos a seus pais.

Impacto jovem:

Será uma mensagem centralizada nos jovens. Esta igreja encontra-se na linha profética do povo remanescente de Deus. É a esse grupo de remanescentes que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus que a mensagem diz respeito. Precisa ser tanto uma mensagem quanto uma missão. O recebimento dessa mensagem será o auge d Ministério Jovem. Uma igreja remanescente com uma "mensagem de Elias" deve ser uma igreja relevante para os jovens. O teste da genuinidade da igreja é que seu ministério junto aos jovens seja bem-sucedido. Existe uma base bíblica para o Ministério Jovem. A filosofia adventista desse ministério a br ange a salvação de nossa juventude e a aceitação, por parte da igreja, de sua responsabilidade para com os jovens. Uma coisa é perceber que temos jovens. Outra coisa é aceitar a responsabilidade por eles e dar-lhes uma mensagem de esperança que lhes leve paz à alma. A igreja tem a responsabilidade de apelar aos seus jovens à luz da eminência da vinda de Deus. Nossa juventude precisa ser desafiada hoje com uma mensagem que lhe seja relevante, que lhe supra as necessidades. Precisam ver essa mensagem vivida pela igreja e seus mem br os. Precisam ser levados, por preceito e exemplo, a adotar um estilo de vida que lhes permita apreciar a presença de Deus neste planeta, a fim de que esse apreço e comunhão possam Ter prosseguimento nas cortes celestiais. É essa a mensagem e a missão da igreja aos jovens.

Ministério distinto:

Preocupo-me, como Diretor dos Jovens da Associação Geral, como pastor e como pai, com o fato de que muitos não compreendem a natureza singular da 'Mensagem de Elias para os jovens". Muitos líderes da juventude, hoje, saem e observam os costumes e práticas do mundo em seu Ministério Jovem nas igrejas populares e na comunidade. Ficam bebericando das cisternas rotas do mundo e consideram isso como sendo Ministério Jovem Adventista. Nada pode estar mais distante da verdade. Assim como temos uma mensagem doutrinária distinta, temos um Ministério Jovem distinto. Precisamos ser muito diferentes.

Temos uma mensagem e um movimento ordenados por Deus para salvar os Seus jovens. Essa é justamente a razão pela qual devemos examinar nosso Ministério Jovem Adventista. Não tenho nenhum desejo de apresentar minha filosofia, meus desafios e meus programas. Estou mais interessado em apresentar nosso alicerce bíblico para o Ministério Jovem. Você pode adquirir um manual no escritório da Associação e ler acerca da mecânica da o br a entre os jovens, mas para compreender esse ministério precisamos falar acerca de coisas espirituais de valor eterno.

Conclusão – Salvação:

A Mensagem de Elias deve estar incluída no Ministério Jovem. O teste da genuinidade deste ministério é a sua eficácia. Contamos com uma base bíblica e histórica para o nosso trabalho.

O Ministério Jovem Adventista não é um programa de entretenimento, uma grande creche que cuida de crianças ou outro clube de serviços comunitários. O Ministério Jovem Adventista é ordenado por Deus para Lhe salvar a juventude. É o veículo que deve transportar nossos jovens em segurança, desta terra para o céu, a fim de que não se percam pelo caminho. Todos os programas e atividades devem estimular e captar-lhes a atenção. Seu interesse e participação precisam aprofundar esse relacionamento com Deus e focalizar a atenção no rumo e no alvo do adventismo. O Ministério Jovem, em sua totalidade, foi designado por Deus com um único propósito - salvar nossa juventude. Os programas e atividades que oferecemos devem estimular-lhes o interesse, para que não se sintam entediados ao longo do caminho ou sejam levados a sucumbir diante das tentações e dos prazeres do mundo.

Concentrar-se na mecânica dos programas ou fazer das atividades o veiculo, descarrila nosso ministério e resulta na apostasia e perda de muitos de nossos jovens. O verdadeiro Ministério Jovem Adventista não perderá de vista o seu alvo. Sim, ele oferecerá recreação e alegria, atividade e envolvimento aos jovens, mas seu enfoque básico será a espiritualidade e o serviço, de molde a que a juventude mantenha seu compromisso e interesse. A filosofia adventista do Ministério Jovem deve centralizar-se na salvação de nossa juventude. É esse o nosso alvo e desafio.

Fonte: www.paulistana.org.br




domingo, setembro 12, 2010

Novo estudo sobre Colossenses 2:16 prova que Paulo não era contra o sábado


Um novo estudo sobre Colossenses 2:16 demonstrou que o ensino adventista sobre o texto é o baseado na Bíblia.
Se você lê inglês (estou fazendo um curso para aprender o idioma, pois, faz muita falta), recomendo que adquira o livro Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians 2:16 (“Julgando o Sábado: Descobrindo o que não pode ser encontrado em Colossenses 2:16”). O material é da autoria do Dr. Ron Du Preez e pode ser adquirido no site http://www.andrews.edu/universitypress/catalog.cgi?key=195
O resultado da pesquisa foi mencionado pelo Dr. Alberto R. Timm, reitor do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia em seu livro O Sábado na Bíblia, p. p. 71 e 72. O livro é o mais novo lançamento sobre a doutrina do sábado e pode ser adquirido com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo telefone 0800-979 0606 ou pelo site www.cpb.com.br
A seguir, um trecho do livro do Dr. Timm que mostra o estudo realizado por Preez. Espero que goste e sirva de estudo para aqueles que teimam em utilizar de forma indevida Colossenses 2:16 na tentativa de invalidar a Lei eterna (Salmo 119:152) de Deus:
“A maioria dos intérpretes vê a expressão ‘dia de festa, ou lua nova, ou sábados’ como uma progressão anual/mensal/semanal. Identificando o termo ‘sábados’ (grego sabbáton) com o sábado do sétimo dia, tais intérpretes sugerem que, com a morte de Cristo na cruz, a observância do sábado perdeu seu significado. Lógica como possa parecer, essa teoria é inaceitável…
“Um dos motivos é o significado da própria expressão ‘dia de festa, ou lua nova, ou sábados’, à luz do Antigo Testamento. Comentaristas sugerem nove diferentes passagens (ver Nm 28-29; 1Cr 23:29-31; 2Cr 2:4; 8:12, 13; Ne 10:33; Ez 45:13-17; 46:1-15; Os 2:11) como possíveis antecedentes à referida expressão. Mas um estudo exegético, lingüístico, estrutural, sintático e intertextual de Colossenses 2:16 com esses textos, desenvolvidos por Ron Du Preez, constatou que o verdadeiro antecedente dessa expressão está em Oséias 2:11, que diz: ‘Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades’. Enquanto os dias de ‘festa’ (hebraico hag; grego heorte) dizem respeito às ‘três festas de peregrinação da Páscoa, do Pentecostes e dos Tabernáculos, os ‘sábados’ (hebraico sabbat; grego sábbata) se referem às três celebrações adicionais das Trombetas, da Expiação e dos Anos Sabáticos… Em segundo lugar… Somente os ‘sábados’ cerimoniais judaicos, instituídos no Sinai (ver Lv 23), podem ser qualificados como ‘ordenanças’ e ‘sombras’ (Cl 2:17). O ‘sábado’ do sétimo dia, instituído na semana da criação (ver Gn 2:2, 3), é de natureza moral e não pode ser qualificado como mera ‘sombra das coisas que haviam de vir’ [os oponentes precisam entender que o sábado semanal, por ser um memorial de um evento passado – a criação – não pode ser uma “sombra de Cristo”. Ler Êxodo 20:8-11]. Assim, de acordo com Ron Du Preez, “o ‘sábado’ de Colossenses 2:16 deve ser necessariamente entendido como se referindo aos sábados cerimoniais da antiga religião hebraica, e não ao sábado do sétimo dia entesourado explicitamente no Decálogo””.
Espero que esse estudo ajude-o (a) a reforçar sua fé e que ao mesmo tempo cale os críticos que teimam em tirar Colossenses 2:16 de seu contexto. Lembrem-se os oponentes que o texto está no contexto de heresias ensinadas em Colossos (v.v 18, 21 e 23) e que os sábados morais e cerimoniais nunca foram heresias. Do contrário, o próprio Deus que os estabeleceu seria um herege.
Podemos concluir que em Colossenses 2:16, segundo o estudo citado, Paulo está indo contra a observância de três festas (Trombetas, Expiação e Ano Sabático) no contexto da heresia de Colossos. Como judeu, ele não poderia ser contra o sábado bíblico, guardado por ele em um território pagão (Atos 16:13) – provando assim que ele não observava o mandamento “para agradar judeus”.
Como é bom termos acesso à informação bíblica de confiança!

Fonte: Leandro Quadros-Na mira da verdade
http://novotempo.com/namiradaverdade

Gênesis: É um relato literal?

Gostaria que vocês comentassem sobre o texto de Reinaldo José Lopes, publicado no site Globo.com, no dia 16 de maio de 2009. – L.


1. Jesus confirmou a historicidade do Gênesis ao citá-lo como sendo um livro literal. E jamais entendeu que houvesse “dois relatos da criação”. Ao dizer que o ser humano foi criado, nem passou pela mente do Salvador a ideia absurda de que pudessem existir contradições na Bíblia. Veja o texto a seguir: “Então, respondeu Ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:4-6).

Duvido que Lopes saiba mais sobre a Bíblia – e a cultura hebraica – do que o próprio Jesus Cristo...

2. Pedro também reconheceu a literalidade do Gênesis ao fazer menção ao Dilúvio: “...os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água” (1 Pedro 3:20).

3. Paulo – homem de grande cultura acadêmica para os dias dele – também acreditava que o Gênesis era literal ao mencionar Adão e citar Gênesis 2:7: “Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante” (1 Coríntios 15:45).

4. Gênesis faz parte do Pentateuco – coleção de cinco livros históricos. Ambos apresentam narrativas de fatos que realmente aconteceram e jamais o autor (Moisés) quis dar ao que escreveu qualquer tom de “poesia” associada a “simbolismo”.

5. O fato de o Criador ser mencionado como “Deus” no capítulo 1 e “Senhor Deus” no capítulo 2 não apresenta problema algum na mente de quem estuda a Bíblia com sinceridade. Por que Deus não poderia ser chamado de maneira diferente, sendo que Ele possui vários nomes na Bíblia que descrevem o caráter dEle? Argumento muito simplista o do autor do artigo!

6. O verso 4 do capítulo 2 é a conclusão do relato do capítulo 1! Será que Reinaldo José Lopes não sabe que a divisão da Bíblia em capítulos e versículos veio posteriormente e que o fato de uma frase estar noutro capítulo não indica necessariamente o começo de um novo relato?

7. Segundo o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, “de maneira alguma se pode considerar que o capítulo 2 seja outra versão do relato da Criação, do capítulo precedente. Seu propósito é colocar Adão e Eva em seu lugar no jardim do Éden, e isso é feito para proporcionar [ao leitor] informação adicional”. É por isso que não há no capítulo 1 a informação de que a mulher foi feita da costela de Adão.

8. A respeito do verso 5 – pelo qual o autor do artigo julga apresentar uma “prova” de que o relato é contraditório – afirma o comentário supracitado: “Os versos 4-6 antecipam a criação do homem descrita no verso 7, ao detalhar brevemente a aparência da superfície da terra, particularmente com respeito à vegetação, pouco antes de o ser humano ter sido formado no sexto dia da semana da criação.” O articulista deveria usar comentários bíblicos fiéis no estudo da Bíblia para não escrever coisas que não têm apoio algum com base nas regras da hermenêutica.

9. O uso do verbo plural “façamos”, em Gênesis 1:26, não é um diálogo entre Deus e Seus “conselheiros angélicos” porque os anjos não têm a prerrogativa de serem criadores (cf. Hebreus 1:14). A Bíblia apresenta a Deus como único Criador (Malaquias 2:10). O verbo no plural nos ajuda a entender o porquê de o nome Deus no primeiro versículo ser usado em forma plural (Elohim): a Trindade estava envolvida na Criação – ver João 1:1-3, Jó 33:4 e Salmo 104:30 (o tal “plural majestático”, sim, é uma lenda! Se Lopes prefere acreditar nisso...).

10. A declaração a seguir do articulista também é de pasmar: “O mandamento de guardar o sábado, na maioria dos textos bíblicos, como em Deuteronômio 5, 12-15, não usa a Criação como justificativa, o que parece indicar que a ideia foi introduzida de forma tardia na cultura israelita.”

Isso não tem cabimento. Antes de a Lei ser dada no Sinai, o povo já sabia que o sábado deveria ser celebrado como memorial da Criação. Basta ler o episódio do maná em Êxodo 16. Em Deuteronômio 5:12-15, Deus apresenta apenas uma razão adicional para eles observarem o sétimo dia: por terem sido escravos no Egito, deveriam descansar e dar descanso a qualquer pessoa que estivesse sobre a jurisdição deles.

Em Deuteronômio 5:12-15, há também uma aplicação teológica vital para os cristãos de hoje: assim como o povo Israelita observou o sábado também por ter sido liberto da escravidão do Egito, hoje devemos celebrar o sábado também por Deus nos ter libertado da escravidão do pecado por meio de Jesus Cristo (João 8:36).

11. Portanto, a frase “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come” se aplica a Lopes, pois ele tem duas opções: aceitar o que Deus ensina sobre a Criação dEle ou ficar ao lado de Charles Darwin.

E, para finalizar: todo criacionista esclarecido jamais nega a importância da ciência e da explicação evolucionista a respeito da microevolução. O que não aceitamos – assim como os Pais da Ciência e muitos cientistas atuais – é a macroevolução, que jamais foi vista em laboratório...

(Leandro Quadros, jornalista e consultor bíblico da Novo Tempo)

terça-feira, agosto 31, 2010

Ellen White Contra o Culto Chato-Pastor Isaac Malheiros

Ellen White Contra o Culto Chato


Pr. Isaac Malheiros Meira

Sim, existem cultos chatos e até Ellen White, uma escritora do século 19 concorda com isso. Não, os cultos não devem ser chatos, e Ellen White fala sobre isso claramente. Nenhuma de nossas reuniões deve causar tédio pela falta de vida, de ânimo, pela desorganização ou pela impontualidade.

Sim, existem pregadores monótonos e que falam demais, e até Ellen White concorda com isso. Não, os sermões não devem ser um teste de resistência para a Grande Tribulação por vir.

Notem que estou falando de uma antiga escritora que viveu num dos períodos de maior fervor do adventismo, onde os cultos eram vibrantes e marcados pela profunda busca da presença do Senhor.

Muito tem sido escrito a respeito do papel da música no culto cristão. No entanto, boa parte do tempo de nossas reuniões são dedicadas ao sermão. Um culto de uma hora e meia chega a ter uma hora dedicada apenas ao que, em teoria, deveria ser a exposição da Palavra.

Creio que deveríamos nos preocupar tanto com a pregação quanto temos nos preocupado com a música. Ellen White dedicou muitos parágrafos a esse assunto, e deveríamos dar mais atenção a eles. De acordo com ela, muitas reuniões se tornam desinteressante justamente por causa do modo como o sermão é apresentado. Em resumo: um culto pode se tornar chato, se o pregador não seguir algumas diretrizes.

Esses parágrafos anteriores se fazem necessários pois é normal colocar a culpa do culto frio e monótono em cima dos adoradores, não dos que planejam e dirigem o culto. No entanto, quem fica no púlpito divagando por mais de uma hora num discurso sem vida não pode simplesmente jogar a culpa nos membros e ir para casa com a consciência limpa de que "fiz a minha parte". Na luta contra o culto-entretenimento, pode surgir a idéia implícita de que há virtude no culto desagradável e morto, mas Ellen White não endossa esse tipo de culto.

Ao contrário do que supõe algumas pessoas, Ellen White orienta que nossas reuniões sejam interessantes e cheias de vida. E para isso ela frequentemente sugere o sair da rotina, usar novas idéias e abordagens, e especialmente cuidar com o horário.

Cultos devem ser interessantes

“Deve imperar ali a própria atmosfera do Céu. As orações e discursos não devem ser prolixos e enfadonhos, apenas para encher o tempo. Todos devem espontaneamente e com pontualidade contribuir com sua parte e, esgotada a hora, a reunião deve ser pontualmente encerrada. Deste modo será conservado vivo o interesse. Nisto está o culto agradável a Deus.

Seu culto deve ser interessante e atraente, não se permitindo que degenere em formalidade insípida. Devemos dia a dia, hora a hora, minuto a minuto viver para Cristo; então Ele habitará em nosso coração e, ao nos reunirmos, seu amor em nós será como uma fonte no deserto, que a todos refrigera, incutindo nas almas esmorecidas um desejo ardente de sorver da água da vida”. (Test. Seletos, vol. 2, 252)

“Não canseis jamais os ouvintes com sermões longos. Isso não é sábio. Durante muitos anos estive empenhada nesse assunto, tratando de que nossos irmãos preguem menos e dediquem o seu tempo e energia para simplificar os pontos importantes da verdade, pois todo ponto será motivo de ataque de nossos oponentes. Todos quantos estejam relacionados com a obra devem manter idéias novas; ... e com tato e previsão fazei todo o possível para interessar os vossos ouvintes.” (Carta 48, 1886)

Pontualidade ajuda a evitar cultos e reuniões chatas

“As reuniões de conferências e oração não devem tornar-se tediosas. Todos devem estar prontos, se possível, na hora indicada; e se há retardatários, que estejam atrasados meia hora, ou mesmo quinze minutos, não se deve esperar por eles. Se houver apenas dois presentes, podem reivindicar a promessa. A reunião deve ser iniciada na hora marcada, se possível, estejam presentes muitos ou poucos." (Review and Herald, 3 de maio de 1871)

Sermões Longos e Tediosos

"Que a mensagem para este tempo não seja apresentada em discursos longos e elaborados, mas em prática breves e incisivas, isto é, que vão diretamente ao ponto. Sermões prolongados fatigam a resistência do orador e a paciência dos ouvintes. (...)

Dai lições curtas, em linguagem clara e simples, e repeti-as muitas vezes. Os sermões curtos serão muito mais lembrados do que os longos. Aqueles que falam devem lembrar que os assuntos que estão apresentando talvez sejam novos para alguns dos ouvintes; portanto, os pontos principais devem ser repassados uma e outra vez."(Obreiros Evangélicos, 167 e 168)

“Sejam os discursos curtos, espirituais e elevados.” (Test. Min. e Obreiros Evangélicos, 338) [1]


Muitos rodeios preliminares antes de ir ao ponto central

“Muitos oradores perdem o tempo e as energias em longos preliminares e desculpas. Alguns gastam cerca de meia hora em apresentar escusas; assim se perde o tempo e, quando chegam ao assunto e procuram firmar os pontos da verdade no espírito dos ouvintes, estes se acham fatigados e não lhes podem sentir a força.” (Obreiros Evangélicos, 169)

Falem pouco

"Falai pouco. Vossos discursos geralmente têm o dobro do que deviam ter. É possível lidar com uma boa coisa de tal maneira que ela perca seu sabor. Quando um discurso é longo demais, a última parte da pregação diminui a força e o interesse do que a precedeu. Não divagueis, mas ide diretamente ao ponto. Dai ao povo o próprio maná do Céu e o Espírito testificará com vosso espírito que não sois vós que falais, mas que o Espírito Santo fala por vosso intermédio." (Test. Min. e Obreiros Evangélicos, 311) [2]

Se você trabalha com jovens: não fale demais

“Os que dão instruções à infância e à juventude, devem evitar observações enfadonhas. Falar com brevidade, indo direto ao ponto, terá uma feliz influência. Se há muita coisa para dizer, substituí pela freqüência aquilo de que a brevidade os privou. Algumas observações interessantes, feitas de quando em quando, serão mais eficazes do que comunicar todas as instruções de uma só vez.

Longos discursos fatigam a mente dos jovens. Falar demasiado levá-los-á mesmo a aborrecer as instruções espirituais, da mesma maneira que o comer em excesso sobrecarrega o estômago e diminui o apetite, conduzindo ao enjôo da comida. Nossas instruções à igreja, e especialmente à juventude, devem ser dadas, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali. As crianças devem ser atraídas para o Céu, não asperamente, mas com muita brandura.

Não imagineis que vos seja possível despertar o interesse dos jovens indo à reunião missionária e pregando longo sermão. Planejai meios pelos quais se possa despertar um vivo interesse.” (Obreiros Evangélicos, 208 a 210)

Alguns sermões podem se transformar em três

“Alguns de vossos discursos longos teriam muito melhor efeito sobre as pessoas se os dividísseis em três. As pessoas não podem digerir tanto; sua mente tampouco os pode apreender, e chegam a cansar-se e confundir-se ao ser-lhes apresentada tanta matéria em um único sermão. Duas terças partes dos sermões tão longos perdem-se, e o pregador esgota-se. Muitos de nossos pastores há que erram nesse sentido. O resultado sobre eles não é bom, porque se tornam cérebros cansados e sentem que estão carregando para o Senhor cargas pesadas e suportando durezas.” (Evangelismo, 176 e 177)

Duas razões para se fazer sermões mais curtos

“Duas razões existem, pelas quais deveis fazê-lo. Uma é que podeis conquistar a reputação de ser pregador interessante; a outra é que podeis preservar a vossa saúde.” (Carta 112, 1902)

Ter muitos sermões num mesmo período não é bom

“E quando se amontoam tantos discursos, um após outro, o povo não tem tempo de assimilar o que ouve. A mente fica-lhes confusa, e os serviços se lhes tornam enfadonhos e fatigantes.” (Obreiros Evangélicos, 407)[3]

Por vezes, o sermão deve ser reduzido para dar mais espaço aos testemunhos e treinamento

“Ocasiões há em que convém fazerem os nossos pastores, no sábado, em nossas igrejas, breves discursos, cheios de vida e do amor de Cristo. Os membros da igreja não devem, porém, esperar um sermão cada sábado.” (Testemunhos Seletos, vol 3, 82)

“Aquele que é designado para dirigir cultos aos sábados, deve estudar a maneira de interessar os ouvintes nas verdades da Palavra. Não convém que faça sempre tão longos discursos que não haja oportunidade para os presentes confessarem a Cristo. O sermão deve ser, freqüentemente, breve, a fim de o povo exprimir seu reconhecimento para com Deus. Ofertas de gratidão glorificam o nome do Senhor. Em cada assembléia dos santos, anjos de Deus escutam o louvor rendido a Jeová em testemunhos, canto e oração.

A reunião de oração e testemunhos, deve ser um período de especial auxílio e animação. Todos devem sentir que é um privilégio tomar parte nela. Que todos os que confessam a Cristo tenham alguma coisa para dizer na reunião de testemunhos. Estes devem ser curtos, e de molde a servir de auxílio aos outros. Não há nada que mate tão completamente o espírito de devoção, como seja uma pessoa levar vinte ou trinta minutos num testemunho. Isso significa morte para a espiritualidade da reunião.” (Obreiros Evangélicos, 171)

Ellen White e os momentos de louvor estropiados

“O canto é uma parte do culto de Deus, porém na maneira estropiada por que é muitas vezes conduzido, não é nenhum crédito para a verdade, nenhuma honra para Deus. Deve haver sistema e ordem nisto, da mesma maneira que em qualquer outra parte da obra do Senhor. Organizai um grupo dos melhores cantores, cuja voz possa guiar a congregação, e depois todos quantos queiram se unam com eles. Os que cantam devem esforçar-se para cantar em harmonia; devem dedicar algum tempo a ensaiar, de modo a empregarem esse talento para glória de Deus.” (Evangelismo, 506)

Não devemos fazer orações longas e tediosas publicamente

“A oração feita em público deve ser breve, e ir diretamente ao ponto. Deus não requer que tornemos fastidioso o período do culto, mediante longas petições. Cristo não impõe a Seus discípulos fatigantes cerimônias e longas orações. "Quando orares," disse Ele, "não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens." Mat. 6:5. (...)

Há muitas orações enfadonhas, que parecem mais uma preleção feita ao Senhor, do que o apresentar-Lhe um pedido.

Seria melhor se os que assim procedem se limitassem à prece ensinada por Cristo a Seus discípulos. Orações longas são fatigantes para os que as escutam, e não preparam o povo para escutar as instruções que se devem seguir.

É muitas vezes devido à negligência da oração particular, que em público elas são longas e fastidiosas. Não ponham os pastores em suas petições uma semana de negligenciados deveres, esperando expiar essa falta e tranqüilizar a consciência. Tais orações dão freqüentemente em resultado o enfraquecer a espiritualidade de outros.” (Obreiros Evangélicos, 175 e 176)

Fazer orações públicas simples e não com palavras difíceis

“A linguagem floreada é inadequada à oração, seja a petição feita no púlpito, no círculo da família, ou em particular. Especialmente o que ora em público deve servir-se de linguagem simples, para que os outros possam entender o que diz, e unir-se à petição.” (Obreiros Evangélicos, 177)

Perceba o padrão de Ellen White: nada deve ser desagradável e inconveniente no culto. Nem o sermão, nem o testemunho, nem as orações, nem a música. “Não seja chato”, essa é a mensagem geral.

No que depender de você, não permita que o “Alegrei-me quando me disseram: vamos à Casa do Senhor” (Salmos 122:1) se transforme em “fiquei entediado quando me disseram: vamos à Casa do Senhor”.

Profundidade não é sinônimo de prolixidade. Brevidade e objetividade não são sinônimos de superficialidade. Alegria não é sinônimo de irreverência. Reverência não é sinônimo de monotonia e chatice.

[1] Alguém pode estar pensando: “Mas a própria Ellen White relata ocasiões em que ela pregou durante uma hora ou mais”. Sim, mas isso não era o rotineiro. Eram ocasiões especiais, onde muitas vezes ela era usada por Deus para fazer revelações proféticas ao povo. O ponto aqui é: o normal e rotineiro deve ser sermões curtos. Podem existir exceções, ocasiões especiais onde maior tempo será gasto, mas a regra da pontualidade e dos sermões curtos deve prevalecer em nossos cultos. (voltar)
[2] Escrevendo a um pregador chamado Stephen Belden, ela aconselhou: “Não segure o povo mais que trinta minutos em seus discursos”. Ele estava se tornando prolixo em seus sermões. (Manuscript Releases, vol. 10, pág. 130) (voltar)
[3] O contexto dessa advertência eram as reuniões campais, onde enorme quantidade de sermões que eram apresentados em sequência. (voltar)

Fonte:http://www.adoracaoadventista.com/2010/04/ellen-white-contra-o-culto-chato.html

segunda-feira, agosto 30, 2010

Para Você é pecado comer algo vendido em festas juninas?

Achei interessante este artigo e decidir compartilhar com nossos irmaos em cristo....


O que a Bíblia tem a dizer sobre o uso de alimentos vendidos em festas juninas? Algumas pessoas têm me perguntado se comer algo vendido em um lugar festivo não seria “tomar parte na idolatria”, já que tal alimento é disponibilizado em um contexto idólatra. Vamos analisar o princípio bíblico de 1 Coríntios 8. Muitos que vão para o lado do extremismo deveriam ler com atenção este capítulo. Por isso, iremos analisá-lo em três partes:


Parte 1: “No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele. No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.” (1Co 8:1-6)

Ao tratar dos alimentos sacrificados aos ídolos em templos pagãos, Paulo afirma no verso 4 que, o ídolo “de si mesmo, nada é” e que “há senão um só Deus”. Portanto, achar que o alimento oferecido a um ídolo irá “contaminar espiritualmente” uma pessoa é falta de fé no único Ser (Deus) que pode permitir que algo nos aconteça. Se os ídolos não são reais, não há motivos para se preocupar com eles.

Parte 2: “Entretanto, não há esse conhecimento em todos; porque alguns, por efeito da familiaridade até agora com o ídolo, ainda comem dessas coisas como a ele sacrificadas; e a consciência destes, por ser fraca, vem a contaminar-se. Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.” (1Co 8:7-8)

Mesmo que o comer um alimento oferecido a ídolo não influencie a vida espiritual, Paulo afirma que “não há esse conhecimento em todos”. Alguns, por terem tido familiaridade com a idolatria, ainda se sentem contaminados se comerem uma comida aparentemente “idólatra”. O apóstolo afirma que tais pessoas têm a consciência fraca e conclui: não é comida que nos recomendará a Deus. Por isso, nada iremos perder se não comermos e nada ganharemos se comermos. Portanto, o cristão é livre em Cristo para decidir.

Parte 3: “Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que és dotado de saber, à mesa, em templo de ídolo, não será a consciência do que é fraco induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos? E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. E deste modo, pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais. E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.” (1Co 8:9-13).

Nesse ponto a Bíblia equilibra o assunto e agrada a “gregos e troianos”. Apesar de o cristão ser livre para comer ou não um alimento dedicado a um ídolo, não deve usar de sua liberdade para ferir a consciência dos “fracos”. Paulo também afirma que pecar contra a consciência dos irmãos é pecar contra Cristo.

Desse modo, se o comer um alimento vendido em uma festa junina irá escandalizar um “fraco”, o melhor é não comer.

Podemos ver que, na perspectiva bíblica, nada há de mal em comer, por exemplo, uma pipoca que foi vendida em uma festa junina (se você não fizer parte de uma festa onde há bebidas alcoólicas – ler Sl 1:1-2). Porém, se isso fizer com que um irmão se escandalize, é melhor fazer a pipoca em casa.

Levemos em conta que nas festas juninas não se costuma oferecer os produtos alimentícios aos “santos”. Todavia, siga a sua consciência, como orienta 1 Coríntios 8:1-13.

Em qual dos dois grupos de 1 Coríntios 8 você se enquadra? Nos dos fortes ou fracos na fé? Isso é o que menos importa. O mais importante é que sua opinião seja respeitada – é que você respeite a opinião dos outros.

Um abraço,

Leandro Quadros.

www.namiradaverdade.com.br

segunda-feira, agosto 23, 2010

Como os Indios serão salvos sem terem contato com a Biblia?


 Essa pergunta é muito importante porque a resposta a ela nos mostrará o quanto Deus é amor e justiça.
A Bíblia diz que o Criador se revela ao ser humano “de muitas maneiras” (Hebreus 1:1), o que indica que a própria Palavra de Deus não é o único meio de revelação Divina.
Não irei me deter nas várias formas pelas quais Deus revela a vontade dEle (consciência, circunstâncias, profetas, etc). Quero me ater naquelas que Ele usa para mostrar aos povos indígenas (e povos pagãos) que Ele existe:
1) A Natureza: As obras criadas são outro livro Divino que pode ser lido por qualquer pessoa (Salmo 24:1). Romanos 1:20 esclarece bem esse ponto:
“Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma.” Romanos 1:20 (Nova Tradução Na Linguagem de Hoje).
Percebe? Deus se revela aos índios por meio da natureza. Se eles viverem de acordo com a luz que receberam do Espírito Santo por meio das obras criadas - ao ponto de o reconhecerem e aceitarem o Criador – o Senhor levará isso em conta no dia do juízo.
2) A Consciência Moral: Dentro de cada um de nós há princípios morais que nos dizem o que é certo ou errado. Seja um ateu, índio ou cristão, todos possuem valores dentro de si que são universais, como, por exemplo: manter relações sexuais com a mãe é errado. (Claro: há poucas exceções em algumas culturas).
Esse foi um dos argumentos (o da Consciência Moral existente em cada ser humano) que convenceu o maior ateu dos últimos cem anos – o filósofo Antony Flew – a acreditar na existência de Deus!
Portanto, sendo que cada um será julgado “segundo as suas obras” (Mateus 16:27; Apocalipse 22:12), podemos concluir que no juízo Deus levará em conta o conhecimento que a pessoa teve dEle (independe do meio, pois o Senhor tem várias formas de mostrar a Sua vontade) e o que ela fez com tal conhecimento (se viveu de acordo com ele ou não).
E, a boa notícia não se encerra aqui. As Sociedades Bíblicas têm feito um trabalho extraordinário em traduzir a Bíblia para dialetos indígenas! A Sociedade Bíblica do Brasil, por exemplo, capta recursos para realizar a nobre tarefa de disponibilizar a Bíblia a cerca de 370000 pessoas que falam aproximadamente 180 idiomas diferentes. Veja que relato bonito de um irmão índio que teve acesso às Escrituras na língua dele (Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil. Link: http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=111&p=17)
“Obrigado Deus. O Senhor Jesus preparou cada um de nós, principalmente, nossos índios, o meu irmão índio Guarani, Kaingang, … e demais irmãos índios que estão presentes. Ele nos preparou para que tenhamos a Palavra dele na nossa língua. Quando eu leio a Palavra de Deus na nossa língua eu entendo melhor. Creio também que cada um de nós, como o Guarani, e os demais que leiam essa Palavra no seu idioma puro, entendem melhor essa Palavra de Deus. Então eu agradeço a Deus por causa disso. Deus nos deu uma grande oportunidade. E também preparou muitas pessoas para trazer essa mensagem para cada um de nós.”
(Salvador Sanches, líder do povo Kaiowá – localizado no Mato Grosso do Sul, Brasil – durante o lançamento da Bíblia completa em Guarani-Mbya, em Rio das Cobras, Município de Nova Laranjeira – PR).
Assim, vemos que ninguém ficará sem ter a oportunidade de conhecer a Deus e O aceitar. Nosso Deus é muito bondoso: Ele não quer que ninguém se perca, mas que todos se arrependam de seus pecados e tenham a chance de serem salvos (1 Timóteo 2:4).

As vezes temos muitas perguntas  a fazer..
esta é uma delas!

fonte: Leandro Quadros

oi

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